jusbrasil.com.br
2 de Junho de 2020

ASSASSINA DE REPUTAÇÃO: Preso por 7 meses após recusa em engravidar a esposa - caso ex-diplomata Sergio Thompson Flores

Sara Próton, Advogado
Publicado por Sara Próton
há 6 meses

“Podeis enganar toda a gente durante um certo tempo; podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo; mas não vos será possível enganar sempre toda a gente” Abraham Lincoln

Já se imaginou preso por 7 meses apenas por se recusar a não engravidar sua esposa? Parece um delírio da autora e quisera que fosse, mas infelizmente é a realidade que um homem inocente passou – não pela ex mulher sonhar com a maternidade, mas pelo simples fato de vislumbrar um filho como moeda de troca. Diante da recusa surge uma proposta indecente de então vender a residência, propriedade integralmente do homem, adquirida anos antes de qualquer relacionamento afetivo, e comprar um apartamento (ilusão de ser meeira) –bem como um contrato pós nupcial com clausula de indenização por infidelidade e violência doméstica. Não entendeu nada? Não se preocupe, até o final do texto tudo estará claro e tenho certeza que lhe servirá para identificar homens em igual situação, bem como a defesa criminal deles. Afinal, as pessoas só percebem a má utilização da Lei Maria da Penha quando elas estão no banco dos réus, ou algum familiar.

SUMÁRIO: 1º Clínica de fertilização; 2º Contrato pós nupcial; 3º Denúncia por violência doméstica: cárcere privado; 4º Medidas protetivas: arquivamentos e absolvições; 5º Lesões corporais: inexistentes; 5º Mídia leniente e vídeos ilegais; 7º Reintegração de posse; 8º Fraude processual; 9º Quem é Sergio Thompson Flores e 10º “Vítima” como garota propaganda do RJ

“O Brasil é povoado por uma imensa maioria de mulheres do bem, mulheres sérias e que querem que a verdade seja dita [..] querem que as pessoas que erram sejam punidas, sejam homens, sejam mulheres, querem que a lei de proteção a mulher seja cumprida para proteger as verdadeiras vítimas e não usada como ferramenta para tentar arrancar dinheiro do marido ilegalmente ou por subterfúgios. A mídia ainda não entendeu que a maioria do Brasil é de gente do bem [...] que não quer proteger pessoas desonestas” – Sergio Thompson Flores

1º CLINICA DE FERTILIZAÇÃO

A “vítima” em uma das suas várias versões fora do processo, diz que estava grávida e Sérgio chutou a sua barriga lhe fazendo perder o bebê, numa tentativa desesperada de ter apoio popular. Todavia, a verdade é que pouco tempo após o casamento Sergio concordou em ter um filho (embora tenha dois de outros casamentos), pensando na realização pessoal da mulher, mais jovem e que ainda não havia passado pela experiência da maternidade - afinal, como diria Frédéric Amiel "o casamento deve ser uma educação mútua e infinita".

A “vítima” engravidou e antes dos dois meses de gestação teve um aborto espontâneo. Preocupado com o ocorrido, Sérgio sugeriu um ginecologista e a “vítima’ preferiu uma clínica de reprodução humana (Clínica Dale: Dr. Luiz Fernando Dale) e os exames revelaram que a “vítima” possuía septo uterino, o que impediu e impediria a manutenção da gravidez – que foi corrigido cirurgicamente. Feito isso passou a insistir constantemente para que juntos engravidassem recorrendo a técnicas de fertilização humana, o que foi postergado por Sérgio em decorrência das constantes brigas, ciúmes e confabulações da “vítima”, que já criavam um cenário inapropriado e insalubre para o desenvolvimento saudável de uma criança.

Perplexo com essa capacidade de transformar um aborto espontâneo decorrente de septo no útero, em aborto provocado por chutes? Nem começou caro leitor...

2º CONTRATO PÓS NUPCIAL

Deve respeitar-se o casamento enquanto é um purgatório, e dissolvê-lo quando se tornar num inferno. Erasmo de Roterdã

Após realizar o 1º boletim de ocorrência contra Sérgio, a mulher manteve o relacionamento pediu desculpas e sugeriu um contrato pós nupcial para a sua segurança e garantia que não ficaria de mãos atadas em caso de término.

Clausula para infidelidade e violência doméstica: no contrato pós-nupcial previa indenização nesses casos, contrato esse proposto pela mulher e que insistiu por meses, até que Sérgio colocou um ponto final de que não assinaria.

“Não tem nenhum amor nas tuas palavras. É só interesse”

Ocorreu então a insistência para que Sérgio vendesse a sua residência e comprasse um apartamento – com a crença equivocada de que a “vítima” teria direito a metade do valor do apartamento pelo regime da comunhão parcial de bens, o que não aconteceria, vez que o valor do apartamento sairia integralmente de um bem adquirido antes do relacionamento. O que também não ocorreu e eis que surge o 2º boletim de ocorrência e a explosão na mídia leniente.

3º DENÚNCIA POR VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: CÁRCERE PRIVADO

O boletim de ocorrência inicial foi por cárcere privado, narrando que o acusado havia trancado as 6 portas da casa e com isso a mulher ficou presa dentro de casa – todavia inexiste possibilidade de se inserir chave.

A porta da rua abre com interruptor elétrico, e todas as demais - copa, cozinha, varanda, área de serviço e porta de entrada - dentro da casa abrem com trinco, ou seja, simplesmente utilizando a mão, nada além.

Uma simples e rápida visita policial atestaria a farsa e economizaria dinheiro público, mas ao invés disso foi concedida medida protetiva.

4º MEDIDAS PROTETIVAS: ARQUIVAMENTOS E ABSOLVIÇÕES

Sergio teve contra si 4 medidas protetivas: 2 arquivadas, 1 absolvido pelo MM. juízo, 1 o próprio Ministério Público pediu a absolvição. Ficou preso por 7 meses por descumprir medida protetiva que não sabia existir, pois residia na mesma casa que a denunciante, realizava viagens, passeios e compareciam juntos em eventos sociais. Outra medida ele descumpriu estando preso, isso mesmo, foi intimado na prisão por descumprir medida protetiva no período em que estava preso.

Apenas para exemplificar a personalidade da “vítima”: dia 25 de junho foi informada pela central de monitoramento que Sérgio não descumpriu a medida protetiva, mas apenas passava de carro pela rua, sem imaginar onde a “vítima” estava, um mero cruzamento fortuito. No dia 26 foi a DEAM e fez um boletim de ocorrência por descumprimento de protetiva. Dia 28 a DEAM entrou em contato com Sérgio e solicita o seu comparecimento, mas dessa vez informando o ocorrido.

5º LESÕES CORPORAIS: INEXISTENTES

Entre as várias versões e narrativas da “vítima’ existem as de lesão corporal, são elas:

Lesão no ouvido: alegada apenas no 2º boletim de ocorrência, 2 meses após o primeiro (prazo em que a “vítima” permaneceu exatamente com a mesma vida social e pública com o Sergio, 2 dias internada no hospital com infecção urinária acompanhada do suposto agressor e também propôs o contrato pós nupcial - que foi negado).

Para fundamentar o boletim de ocorrência a “vítima” levou um prontuário médico de 35 dias antes, de micro perfuração no ouvido totalmente diferente da lesão causada pela conduta que ela narrou ter sido perpetrada pelo “agressor” (bater o telefone no ouvido).

A perícia realizada por ex diretor geral do IML do RJ atestou a falsidade e, portanto, o crime foi afastado do processo.

“É cientificamente impossível a lesão na parte superior do tímpano ter sido provocada pela agressão da qual ela acusa Sérgio. A pressão barométrica perfura a parte inferior do tímpano, onde é uma pele mais suave e elástica, e a parte superior é rígida, a pressão passa. Se houvesse lesão por pressão barométrica seria na parte inferior e não superior”.

Após a juntada do laudo, a magistrada determinou que a “vítima” realizasse exame no IML, e a mesma não o fez. Entretanto, diante do laudo e exame complementar exigido em audiência para o cumprimento no prazo de 05 dias (cumprido em 15) a lesão grave é afastada.

Após o fracasso da narrativa, a “vítima” juntou laudos informando não ouvir ruídos menores que 70 decibéis, porém no outro ouvido, diferente do narrado na lesão, afinal a primeira história já foi descartada pela perícia (e afastada do processo).

Lesão na boca: são simétricas em decorrência de preenchimentos realizados a cada 45 dias e provados através de perícia.


Lesão nos braços: decorrente de contenção e defesa do Sergio e não de agressão, também provado por perícia.

Por que o Estado não exige obrigatoriedade de perícias nas vítimas, agressores e documentos de modo primário ao invés de meramente acreditar em palavras? Vítimas reais não têm problema em fazer exames, em provar o que aconteceu e isso não é revitimizar a vítima, mas cumprir o art. 150 do Código de Processo Penal e evitar gastos com o prolongamento de falsas acusações.

Na medida em que não presenciou o fato que é submetido a sua apreciação, é por meio das provas que o juiz poderá reconstruir o momento histórico em questão, para decidir se a infração, de fato, ocorreu e se o réu foi seu autor. Só depois de resolvida, no espírito do julgador, essa dimensão fática do processo (decisão da quaestio facti)é que ele poderá aplicar o direito (ou seja, solucionar a quaestio juris) (CAPEZ, 2017, p. 247).

5º MÍDIA LENIENTE E VÍDEOS ILEGAIS

O programa Fantástico em 18 de novembro de 2018 criou uma reportagem com o título “ex diplomata agride atriz’, sem se dar ao trabalho de verificar a veracidade dos vídeos, das acusações e do processo. A mídia não quer a verdade, quero o caos, afinal, o caos é que vende quando a sociedade está mentalmente doente...ou seria a mídia que “educa” a população?

Os vídeos exibidos na reportagem e que circulam pela internet, também foram juntados ao processo, entretanto foram descartados e considerados ilegais. Lamentavelmente o material apenas sofreu perícia quando Sérgio saiu da prisão, vez que lhe foi negado e postergado por todo o tempo – o que caracteriza não apenas nulidade processual, mas negligência, omissão e uma série de crimes de todos os envolvidos.

Como o vídeo foi manipulado? - O leitor deve ter se perguntado. Sérgio foi agredido por mais de 5horas e a “vítima e sua equipe” editaram retirando o áudio e cortando o conteúdo conforme conveniência. Faz-se mister ressaltar que mesmo editado é visível a “vítima” correndo atrás do Sergio. Mas vítimas temem o seu agressor...

Como a “vítima” faria isso? Simples, ela premeditou e orquestrou tudo isso, 5 meses antes instalou várias câmeras no quarto do casal e no dia em especifico passou horas agredindo verbalmente, psicologicamente e fisicamente Sérgio (com laudos e perícias realizadas de lesões corporais praticadas pela mulher), a espera de uma reação.

Após a briga que passou no Fantástico, ela tomou banho, colocou pijama da hello kitty e dormiu abraçada”, mas a “vítima” simplesmente sumiu com o conteúdo completo do antes, durante e depois.

7º REINTEGRAÇÃO DE POSSE

Na reintegração de posse, dia 14 de agosto de 2019, Sérgio retornou a sua residência com oficiais de justiça e realizou ata notarial comprovando tudo o que visse, inclusive a impossibilidade de inserir chave nas portas internas e externa da casa. Na reintegração de posse observou-se também a casa suja, em péssimas condições, com objetos quebrados e até mesmo larvas na cozinha.

Mas é importante falar que no programa SuperPop em 26.11.2018 a “vítima” disse que realizava a sua mudança da residência que não era dela, mudança essa que não ocorreu até agosto do ano seguinte.

8º FRAUDE PROCESSUAL

Entre os vários comportamentos que caracterizam o crime de fraude processual, como tentativas de comprar testemunhas com obras de artes e adulteração de imagens e vídeos, durante audiência o advogado peticionou que ela não poderia comparecer pois estava gravemente enferma, todavia 30 minutos antes do horário da audiência estava a passear no shopping – com imagens e vídeos juntados ao processo.

Importante mencionar que advogados não tem imunidade para o crime de denunciação caluniosa, bem como de fraude processual.

Denunciação caluniosa. Coautoria. Advogado que, em nome de seu cliente, subscreveu requerimento de instauração de inquérito policial veio a ser arquivado porque provada a falsidade da imputação. Denúncia fundada em elementos colhidos no inquérito, indicando que o paciente, ao subscrever o requerimento, sabia ser falsa a imputação feita à vítima. Justa causa para a ação penal. RHC improvido. (RHC nº 60.197/SP, Segunda Turma, Relator o Ministro Cordeiro Guerra, DJ de 10/9/82).

9º QUEM É SÉRGIO THOMPSON FLORES

Não apenas vítima de denunciação caluniosa (de modo mediato), fraude processual, organização criminosa, mas vítima de violência doméstica. Um homem apaixonado que não percebeu o circo ser armado, por acreditar que a ex esposa tinha distúrbios psiquiátricos. Vivia preocupado em agradá-la – que exigia uma vida de luxo a todo e qualquer custo: num ciclo de mentiras que ela mesma esquecia, como a idade. Exigência em filho, viagens, patrimônios... Era obrigado a se desfazer da própria vida, das lembranças, passado e até mesmo as brigas começavam pelo simples fato de ter uma boa convivência com as ex esposas e mães de seus filhos.

Sergio não é agressor de mulher, inclusive suas ex esposas são suas melhores amigas e apoiadoras incondicionais, com depoimentos no processo, seguido por um grupo imenso de mulheres que já trabalharam para ele e que ao passarem por relacionamentos abusivos encontraram em Sérgio as mãos estendidas que precisavam. Sérgio conta ainda com a apoio de várias outras mulheres que foram vítimas de violência doméstica, assédio e abuso sexual – por acreditarem em sua inocência e principalmente na punição necessária a sua denunciante, que desrespeita e zomba da história de uma imensidão de mulheres, pois o crime de denunciação caluniosa embora tenha como bem jurídico penalmente tutelado a administração da justiça, fere a dignidade de vítimas de verdade, suas lutas, dores e histórias.

10º “VÍTIMA” COMO GAROTA PROPAGANDA DO RJ

“A primeira vítima de violência doméstica no estado do Rio de Janeiro a usar um dispositivo eletrônico que avisa sobre a violação de uma medida protetiva quando o agressor se aproxima pôde”

Um verdadeiro desrespeito sem precedentes com mulheres que enfrentaram a dor de serem violentadas pela figura “amada”, que tiveram que vencer humilhações e discriminações até mesmo da própria família e amigos, que tiveram sua autoestima e saúde mental destruídas pelo ciclo de violência, que tiveram anos de suas vidas retirados, uma vida sem brilho, sem paz mas repletas de ilusões, com medo, mas também utilizando o autoengano de que tudo acabaria bem...mas não ficou bem e precisou sair do privado e vir à público, pedir socorro á estranhos e contar com o Estado para intervir na sua sobrevivência.

Preste atenção no relato da “vítima:

“Achei que eu iria morrer, porque tinha só alguns dias que ele tinha sido liberado para prisão domiciliar, depois de sete meses preso preventivamente. Imaginei que estivesse com muita raiva de mim. E o barulho do dispositivo ia aumentando, aumentando, ficando mais alto conforme ele se aproximava. Liguei para a Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária) que me instruiu a ficar em um lugar seguro. Senti terror, pânico. Eu peguei no final da manhã e no início da noite, ele disparou", disse ela, que ficou dentro do prédio onde faz terapia, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio” (Site Universa)

Esse relato é exatamente o que narrei antes, em que ela foi informada pela central de monitoramento de que não era quebra de medida protetiva e sim um simples cruzamento fortuito, em que Sergio passava próximo ao local de carro, sem saber que a “vítima” estava no prédio. O que pode se constatar no mapa de monitoramento, em que após o dispositivo apitar foi a “vítima” quem saiu do prédio em direção à rua a procura de Sergio.

As falsas vítimas não só desmerecem as vítimas reais, mas colocam em risco a vida de mulheres que precisam da assistência do Estado e que são desacreditadas pela população

Usar o sofrimento real de mulheres (e também de homens) para se beneficiar é o pior de todos os crimes! O espiral do silêncio incentiva a denunciação caluniosa, não espere que você seja vítima e desacreditada para lutar pelo fim da indústria das falsas acusações, porque é exatamente isso que mulheres que praticam o crime de denunciação caluniosa causam as outras, e isso tem que parar! Mas só irá parar quando a mídia se redimir e publicar em mesmo tempo, horário, duração e veículos as provas do Sérgio (e vários outros homens), bem como o Ministério Público denunciar pelo artigo 339 e serem condenadas, inclusive ao ressarcimento integral de todo o gasto público, que poderia ser direcionado para melhor auxílio de vítimas de verdade, como tratamentos psicológicos, recuperação da autoestima, cursos de qualificação profissional para reinserção no mercado de trabalho etc.

Vítimas de verdade lembram dos fatos, pois sofreram em cada atitude de violência física, psicológica, moral, sexual e patrimonial, já as falsas vítimas criam inúmeras versões para o mesmo fato, pois a memória falha..."Que vantagem têm os mentirosos? A de não serem acreditados quando dizem a verdade"

A falsa acusação é o último ato de violência doméstica da mulher contra o homem.

Saiba mais em “Belas e Feras – a violência doméstica da mulher contra o homem” (últimos exemplares: [email protected]) e “Denunciação caluniosa, um crime atual: estupros de vulneráveis que não aconteceram”

15 Comentários

Faça um comentário construtivo para esse documento.

Não use muitas letras maiúsculas, isso denota "GRITAR" ;)

Como sempre, expondo a verdade por trás de mais um caso que ganhou repercussão e foi usado para fortalecer a narrativa misândrica.

Parabéns Sara! Continue com esse trabalho maravilhoso. continuar lendo

Obrigada Marlon!
Lamentavelmente a mídia não usará nada disso...exceto se a população se manifestar a respeito.
Quem sabe não seja o primeiro caso público para punição de quem comete denunciação caluniosa e pedido de perdão da imprensa por fazer o que faz... continuar lendo

Essa senhora se colocando sempre na posição de vítima, que não é, envergonha e enfraquece a causa das verdadeiras vítimas de violência e agressão! Me pergunto como a justiça não vê o que todo mundo enxerga!?
Parabéns pelo texto! Isso nos faz ter esperança de que um dia essas pessoas serão desmascaradas e a verdade virá à tona. continuar lendo

Obrigada! Nós mulheres - juristas ou não - é que precisamos nos unir para lutar contra essas injustiças, que não apenas destrói a vida de homens inocentes, mas de outras mulheres, reais e de bem! continuar lendo

Excelente artigo! A verdade tem que ser exposta, porque a pressão psicológica, o desrespeito e descontrole, levam qualquer um à loucura. continuar lendo

Obrigada Roberta!
Exato, violência doméstica não tem gênero, qualquer um pode sofrer ou praticar e inclusive ao passar do tempo a violência é reciproca - por isso a necessidade de identificar os primeiros sinais e colocar um basta, ao invés de aceitar e tratar como problemas típicos de gênero, como TPM, hormônios.

Violência doméstica é questão de saúde mental...e outros casos para instrumentalizar o crime de extorsão. Todas as formas absurdas e lamentáveis! continuar lendo

Vejam o que o "pasquim" de esquerda, diário do centro do mundo, escreveu sobre o ex-diplomata: "Sérgio Thompson Flores não tem apenas o sobrenome sangue azul — igual ao presidente do TRF-4, que manteve Lula encarcerado. Thompson Flores, o Sérgio, é um empresário muito próximo do poder..." 😒 continuar lendo