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18 de Agosto de 2019

Johnny Depp: O retrato do Homem vítima de violência doméstica

Sara Próton, Advogado
Publicado por Sara Próton
há 2 meses

O ano, 2019 mas a mentalidade da população encontra-se em meados da década de 40, e até o presente acredita-se que apenas mulheres heteroafetivas são vítimas de violência doméstica. Outros cidadãos enxergam a violência cotidiana, e não se importam com esculpo em uma “dívida histórica”, e justificam que o homem apenas está sofrendo o que causou anteriormente a mulher, quando ela se restringia ao ambiente doméstico. Mas onde está o direito, a justiça e o bom senso em repetir erros? Atualmente vive-se uma crise de saúde mental coletiva, pois repetir o que se sabe que não dá certo e que prejudica as próprias mulheres, não é algo de quem encontra-se em pleno equilíbrio.

Violência doméstica não é apenas física, embora também possa ser. Os homens quando sujeitos passivos da violência conjugal sofrem ilimitadamente com a violência psicológica, porque essa é 100% aceita e naturalizada, vista como comportamento comum entre as mulheres. A visão errônea de que amor é anulação de si é uma dessas causadoras de tal aceitação. Por que? Primeiro a mulher se anula, abre mão da própria vida, atividades, amigas por livre e espontânea vontade - porque foi ensinada que isso é amor, e na sequência a autoestima dela diminuiu dia após dia, e como resultado dessa anulação equivocada, é a exigência de que o homem também se anule e viva em prol dela. E aí meu amigo, começa o “test drive do inferno”, e a mulher que parecia doce e amável se transforma.

No início você acha bonitinho, acredita que é ciúmes e que irá passar. Chantagens emocionais aumentam dia após dia, você é impedido de sair com os amigos, jogar futebol ou treinar; você até abre mão de sair algumas vezes para evitar brigas e chateá-la, e quando você percebe não pode sair mais sozinho e nem fazer nada que ela não esteja incluída. No dia que você insiste e sai, na volta encontra uma amostra grátis do Lúcifer a sua espera, aos gritos, acusações de traição, querendo olhar seu celular, arremessando objetos, tapas porque demorou, destrói seus objetos e coisas que você gosta. Fingir que passa mal também é comum, só para te impedir de sair. Com o tempo até da sua mãe e família você é afastado, e não pode comprar o que deseja com o dinheiro do seu trabalho. Vigia até se você se masturba e quer proibi-lo, afinal ela não sabe em quem você está pensando, e chega a medir a quantidade de líquido após a ejaculação para ter certeza que você não saiu da linha. Te compra a outros homens o tempo todo, e só te critica - para você acreditar que ela faz um favor em dividir a vida com você. Depois dos ataques, arrependida ela diz que é TPM, mas com o tempo nem isso ela faz mais, porque TPM não é motivo para agressividade e também tem solução. Isso é o básico, e que todo homem com muita sorte teve apenas um relacionamento assim.

DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA

Não satisfeitas com tais violências cotidianas, psicológica, física, patrimonial, moral e sexual, o estopim é a criação de uma falsa acusação de violência doméstica, crime de denunciação caluniosa - artigo 339 Código Penal, lamentavelmente comum em nosso país, e dia após dia incentivado com a criação de projetos de leis que beneficiam mulheres vítimas de violência conjugal, como Cotas em concurso público: PL 9384/17, saque de FGTS Projeto de Lei 1379/19 e tantos outros devaneios legislativos aplaudidos pela sociedade, inclusive por mulheres que sofrerão com esses privilégios, por exemplo com a Prioridade de vaga em creches e escolas: nº 265, de 2018 para dependentes de vítimas e falsas vítimas.

Mas a falsa acusação é apenas a última dose de violência doméstica, suportada por anos em silêncio! ⠀

A prática de denunciação caluniosa, que a autora denomina “Indústria das falsas acusações” ocorre em surtos de destempero e incapacidade de lidar com dissabores cotidianos, o imaginário que foi traída pela ausência sexual do marido - que tem sofrido calado disfunção erétil- o término da relação, o não comprar um sofá como queria, o negar trocar de carro ou viajar, o deixar de pagar um salão por corte de superficialidades por dificuldades financeiras, por desejar afastar o homem do lar, para praticar alienação parental, esses e todo um emaranhado de motivos fúteis e desproporcionais, de pessoas em desequilíbrio e desvio de caráter - que prefere criar uma mentira e envolver policiais, juízes, delegados e destruir a vida de um homem inocente - que lidar com maturidade com a realidade da infidelidade, fim da relação ou procurar ajuda médica para controle da agressividade, impulsividade e baixa autoestima.

No país a palavra da vítima é a rainha das provas nos crimes que envolvam a Lei Maria da Penha, assim como os crimes contra a dignidade sexual, bastando que uma mulher entre na Delegacia da Mulher, para sentenciar o homem à morte social, profissional, afetiva. Não importa o que ele faça ou fale, ele não terá seus direitos de cidadão respeitado, porque a vida dele não tem relevância. Primeiro prende, depois ele tem que provar sua inocência - quando consegue fazê-la, diferentemente de todo o processo penal, em que vigora o Princípio da Presunção de Inocência.

RESOLUÇÃO 89 DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA

Mesmo quando o homem é inocentado, após meses e até anos de processo, sofrimento, gastos, estresse, ofensas, afastamento da casa e principalmente dos filhos, ele continua queimado, porque a falsa vítima tem o poder de implantar a dúvida, ainda que a criminosa tenha sido ela. Em 2012 o CNJ criou a resolução 89 (SOBRE O TEMA: https://saraproton.jusbrasil.com.br/artigos/695478181/violencia-domestica-peticao-destinadaaretira...), que da publicidade aos inquéritos e processos em andamentos, incluindo relacionados à violência doméstica, o que não teria ilegalidade, exceto pelo fato que expõe o nome completo dos indiciados e acusados por violência doméstica nos sites do Ministério Público dos respectivos estados. E quando o homem é absolvido, o nome continua acessível e sem nenhuma atualização sobre sua inocência, e o da mulher que praticou denunciação caluniosa? Esse não existe em nenhum lugar!

JOHNNY DEPP

Johnny Depp, embora não seja brasileiro, sua história traduz tudo o que vivenciamos por aqui, e principalmente o que os homens sofrem em silêncio.

Um ator brilhante, com carreira impecável, porém deturpada nos últimos 2 anos por causa de uma FALSA ACUSAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, documentada recentemente. Um verdadeiro circo criado pela ex, até mesmo com utilização de vídeo em que Depp não era o agressor, e que repercutiu em perda de papéis, entre eles 'O Homem Invisível'. Até quando as mulheres terão o poder de destruir a vida de um homem, em todas as esferas e com o apoio legal e aplausos? Se nem Depp escapa, imagina quantos homens não passam por isso diariamente. Entretanto, nem todos conseguem provar ou têm dinheiro para insistirem em recursos e defesa técnica.

[...] "Eu nunca abusei dela ou de qualquer outra mulher. Ela era a perpetradora e eu era a vítima. Enquanto misturava uma prescrição de anfetaminas e medicamentos sem receita médica com álcool, A SENHORA Heard COMETEU INÚMEROS ATOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MIM”.⠀⠀⠀⠀
[...]"Além de provas documentais, o material conta com depoimentos de novas testemunhas, fotos, imagens de câmeras de vídeo de segurança e áudios. Na lista de testemunhas em defesa de Depp estão mulheres que também foram vítimas de abusos por parte da atriz."⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
[...] “ELA ME BATEU, SOCOU E ME CHUTOU. Ela também repetidamente e frequentemente JOGOU OBJETOS no meu corpo e cabeça, incluindo garrafas pesadas, latas de refrigerante, velas acesas, controles remotos de televisão." "Amber jogou uma garrafa de vodca e cortou parte do seu dedo. Eu tive que fazer três cirurgias para RECONSTRUIR MEU DEDO e contrai MRSA três vezes”, relembrou. “Eu temia perder meu dedo, meu braço e minha vida”

Será que agora você compreende? Não é um caso isolado, está enraizado. Início de 2018 realizei uma pesquisa sobre violência doméstica, com breve resumo no site https://canalcienciascriminais.com.br/violencia-afetiva-contra-homens/; em outubro publiquei o livro Belas e Feras - a violência doméstica da mulher contra o homem, e de abril de 2018 quando encerrei a pesquisa, até janeiro de 2019 já havia recebido mais de 10 mil relatos de homens e de mães\amigas\irmãs\esposa, e 1\3 deles é justamente sobre falsa acusação (já provou inocência ou o processo está em andamento). Isso te parece pouco? E se fosse apenas 01 homem, ele não mereceria respeito e direitos?

“Por meses minha ex me provocava, me batia, empurrava e cuspia na minha cara, tentando despertar uma reação violenta que ela pudesse usar como trunfo de chantagem. Sem tal situação, ela começou a ameaçar fazer uma falsa denúncia de agressão, o que eventualmente se concretizou. Com medo disso acontecer, eu passei a filmar e fotografar todas as discussões, e foi graças a estas provas que consegui me livrar da acusação. Porém, até hoje, ela usa minha filha para me atingir” (PRÓTON. Belas e Feras, p. 65)

PUNIÇÃO DOS MAGISTRADOS E PROMOTORES

A condenação pela crime de denunciação caluniosa deve ser automática na absolvição do homem inocente, por desrespeito as vítimas reais da violência doméstica e todo o gasto público com essa falsa vítima, que coloca em risco a vida de quem realmente precisa de ajuda, além do debochar com o trabalho da polícia e Judiciário. Todavia, juízes e promotores constatam a falsa acusação e não cumprem o dever por complacência com a criminalidade feminina. A justificativa comum é “coitada, o que o filho vai pensar”, “ela fez por ciúmes ou porque foi traída”, mas o homem, pode ser preso e ter a vida destruída?

Magistrados e membros do Ministério Público, nos termos dos artigos 26, 27 e 28 e 49, incisos I e II, Lei Complementar nº 35, de 14 de março de 1979; artigo 1.744, incisos I e II, Código Civil; artigos 342, 343 e 345, Código Eleitoral e artigos 143 e 489, Código de Processo Civil, devem ser penalizados pela inércia e benevolência com a criminosa e com a continuidade da indústria das falsas acusações!

Além da devida responsabilização, o crime de denunciação caluniosa deve ser hediondo pelo poder destrutivo na vida do homem, dos filhos e da sociedade.

FEMINICIDIO COMO CRIME IMPRESCRITÍVEL

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC 75/2019), de autoria da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), pretende tornar o crime de feminicidio hediondo, tipificação essa que nem mesmo devia existir.

Vida não tem" gênero "! O crime de homicídio é que deve ser imprescritível, não o crime contra a vida exclusivamente de uma mulher! Um ponto interessante é que os legisladores não têm o mesmo empenho e preocupação em tornar as corrupções ativa e passiva crime imprescritível; o crime de denunciação caluniosa; crimes contra o sistema financeiro nacional e tantos outros que prejudicam a coletividade. Será que é por que movimentos sociopolíticos levam uma “parte” também? ⠀⠀⠀⠀⠀

AUDITORIA E DESVIO DE VERBA PÚBLICA

Será que se fizer auditoria nos programas sociais feministas e em todos os órgãos e setores públicos que insistem em excluir os homens heteroafetivos e também homoafetivos do polo passivo da Violência doméstica, serão aprovados? Que tal começar pela Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), Subsecretaria de Políticas para as Mulheres, Secretarias Estaduais da Mulher, Procuradoria da Mulher do Senado, Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, Comissão de Combate à Violência contra a Mulher, Casa da Mulher Brasileira, Programa “Mulher, viver sem violência”, Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher, Centros Especializado de Atendimento à Mulher, Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM), Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (CNPM), Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), a incluir todos os gastos com campanhas nacionais, municipais e estaduais sobre violência doméstica contra a mulher e feminicídio, desde os seus inícios, em governos anteriores?

Será que as contas seriam aprovadas ou iríamos" descobrir "desvios absurdos de verba? Será que viria a tona a indústria da violência doméstica que tanto demoniza os homens e tem criado privilégios atrás de privilégios para as mulheres? O famoso" a cada piscada 1 milhão de mulheres são agredidas "não fecha a conta, uma matemática simples responde com um resultado que supera a população do país, e há quem acredite nessa falácia! ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Você já pesquisou os gastos do seu estado com as campanhas de feminicidio e Cia? Será que existe superfaturamento? Deixo a reflexão!⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Um país que valora a vida dos cidadãos de modo diverso, não é um país justo, não se preocupa com a verdade. A pergunta é: quem lucra com o ódio aos homens? Se você não é essa pessoa, pode ter certeza que tem alguém lucrando e muito com a sua inocência e aplausos para o APARTHEID CONTEMPORÂNEO, não mais por cor, mas por gênero: o masculino!

Referências e complementos:

Próton, Sara. Belas e Feras - a violência doméstica da mulher contra o homem. Manduruvá, Belo Horizonte, 2018.

https://natelinha.uol.com.br/famosos/2019/05/28/johnny-depp-quase-morreu-depois-de-ser-agredido-por-...

https://www.band.uol.com.br/m/conteudo.asp?id=100000959100

Se a função da pena é reeducar, por que a moda de impedir que um homem “condenado” por violência doméstica trabalhe? https://saraproton.jusbrasil.com.br/artigos/692196276/seafuncao-da-penaereeducar-por-queamoda-...

Laudo psicológico para revogação de prisão na Lei Maria da Penha: como fica o" pobre "?: https://saraproton.jusbrasil.com.br/artigos/694878200/laudo-psicologico-para-revogacao-de-prisão-na-...

Câmara dos Deputados aprova indenização à mulher vítima de violência doméstica: https://saraproton.jusbrasil.com.br/noticias/697905774/câmara-dos-deputados-aprova-indenizacaoamul...

O julgamento de Jesus Cristo e a crucificação masculina: https://saraproton.jusbrasil.com.br/artigos/626539277/o-julgamento-de-jesus-cristoea-crucificacao-...

Falsa acusação de estupro: por que deveria ser crime hediondo: https://canalcienciascriminais.com.br/falsa-acusacao-estupro/

9 Comentários

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Pura verdade! Trabalho excelente! continuar lendo

Parabéns pelo artigo. Fiquei feliz de conhecer teu trabalho. Certamente lerei o livro. Tenho escrito algumas coisas sobre a desigualdade e as anomalias das Varas de Família, especialmente sobre alienação parental.

O problema não é apenas brasileiro, como prova o caso do Depp. Aliás, fica a dica ao leitores do filme "Red Pill".

Ah, agora que vi que és ligada ao A Voice For Men. Gosto bastante dos vídeos do Paul Elam e dos da Tara Palmatier.

Um ponto que merece referência são os casos crescentes de Transtorno de Personalidade Borderline. continuar lendo

"é a rainha das provas nos crimes que envolvam a Lei Maria da Penha, assim como os crimes contra a dignidade sexual, bastando que uma mulher entre na Delegacia da Mulher, para sentenciar o homem à morte social,"
Na prática não é o que acontece, ao contrário, muitas possuem enorme dificuldade em noticiar o crime.
De 2018 para cá 1,6 milhão de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento no Brasil, enquanto 22 milhões de brasileiras passaram por algum tipo de assédio. Entre os casos de violência, 42% ocorreram no ambiente doméstico. No ano passado, foram concedidas cerca de 339,2 mil medidas protetivas alta de 36% em relação a 2016, quando foram registradas 249,5 mil decisões dessa natureza.
Com todo o respeito, mas o artigo presta um desserviço. continuar lendo

Qual a fonte desses dados, Juliana? continuar lendo

@mleopoldom o senhor está certo, esqueci de citar, as fontes são: Conselho Nacional de Justiça, Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP),Organização Mundial da Saúde (OMS). continuar lendo

Juliana Marchiote:

Perdão se eu estiver respondendo no local errado.

Quando perguntei pela fonte, quis saber o ponto exato do dado, não o local de origem. Local de origem, assim vago, é argumento de autoridade. Eu quero ver a pesquisa, conhecer o método.

Cito um exemplo famoso: a afirmação de que os adolescentes comentem apenas 1% dos homicídios estava em todos os lugares até bem pouco tempo atrás, era repetida exaustivamente, inclusive pelo Ministério da Justiça, e não possuía qualquer pesquisa como referência. Era invenção.

Vamos além:

Disseste que "Na prática não é o que acontece, ao contrário, muitas possuem enorme dificuldade em noticiar o crime" Que muitas mulheres tenham dificuldades em noticiar o crime não torna falsa a afirmação de que inúmeras mulheres fazem falsas denúncias. Nas Varas de Famílias, sabemos todos, falsas denúncias de todo o tipo feitas por mulheres são como mato.

Aliás, como disseste: "No ano passado, foram concedidas cerca de 339,2 mil medidas protetivas alta de 36% em relação a 2016, quando foram registradas 249,5 mil decisões dessa natureza." Quantas delas eram falsas acusações? Vimos o caso recente da ex-paquita, felizmente descoberta. continuar lendo

Fonte: OMS, CNJ... ah ta... cansei de ver esses repetindo informação de fonte com dados falsos.

Veja quantas vezes OMS e CNJ replicou informações sobre mortes por "homofobia" da mesma fonte que incluía como mortes por homofobia ataque cardíaco, acidente de trânsito, auto aplicação de hidrogel no próprio pênis, troca de tiros com a policia (traficante) e até mortes que ocorreram em outros países. continuar lendo

@mleopoldom comprrendo seu questionamento, sem problema algum em perguntar, afinal debate é fundamental para o enriquecimento social. Mas, os únicos que poderiam responder qual foi a "metodologia" aplicada são os próprios órgãos.
A dificuldade de noticiar o crime, é fato notório, conheço vários casos. Ademais, de forma rotineira somos bombardeados com notícias sobre violência doméstica.

Ainda, conforme escrevi peço desculpa, mas acho o artigo um desserviço, pois todos nós sabemos que existe a violência, podemos não querer aceitar/enxergar ,mas, infelizmente ela existe. continuar lendo

Juliana Marchiote

O artigo não nega a existência de violência doméstica, entre outros crimes ou danos causados às mulheres, ele fala dos casos de denúncias falsas, de abusos dos instrumentos de proteção, etc. E esses abusos, e essa mentiras, também prejudicam as mulheres.

Prejudicam as mães e novas companheiras dos homens vitimas de alienação. Prejudicam as meninas, filhas alienadas.

As falsas denúncias também concorrem para a banalização dos instrumentos, diminuindo seu peso, sua credibilidade. As medidas protetivas já foram tão banalizadas nas Varas de Família que há juízes, advogados, membros do MP que ignoram-nas solenemente, ignorando, muitas vezes, as que realmente eram ou são pertinentes. continuar lendo